sexta-feira, março 16, 2012
Memória do Grupo de Genebra
sábado, março 10, 2012
As (contra)partidas das Lajes
Ora nas últimas semanas a Base das Lajes voltou a estar na ribalta das notícias regionais e nacionais, como é sabido, por causa da pretensamente discreta, cabisbaixa ou sorrateira deslocação de uma delegação ministerial lisboeta aos EUA, ao que parece, entre outras coisas, para começar a discutir (?) alguns dossiers bilaterais relacionados com a continuação da presença norte-americana na ilha Terceira, nomeadamente no que diz respeito às possíveis contrapartidas (a par das pequenas e grandes partidas…) para o nosso País desse estacionamento estrangeiro (conquanto amigo e aliado) em solo insular autónomo mas integrante de Portugal (Nação com soberania própria, apesar de mitigada, e Estado, que se saiba rigorosamente e apesar de tudo, ainda não pária nem falhado, apesar de dependente…).
– E foi assim que assistimos também, sintomaticamente em leituras divergentes, a opiniões sobre a importância e/ou o desinvestimento da relevância geoestratégica, técnico-militar, político-diplomática e económica da Base das Lajes, mormente por relação às ratoeiras do famigerado Acordo de 95 e à redefinição das áreas de hegemonia mundial das potências dominantes, emergentes ou regressivas…
Porém, pena é que as mais competentes vozes e instituições açorianas nesta matéria a pouco ou nada, até hoje, tenham sido chamadas, neste baralho de intenções e interesses, camuflagem negocial e prestidigitação de armas e outros proventos…
– E tudo, em grande parte, de novo e infelizmente, por culpa nossa!
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Em “Diário Insular” Angra do Heroísmo, 10.03.2012),
“Diário dos Açores” (Ponta Delgada, 11.03.2012),
http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=2205&tipo=col,
http://tv2.rtp.pt/acores/index.php?article=25807&visual=9&layout=17&tm=41,
e http://sinaisdaescrita.blogspot.com/
sábado, fevereiro 25, 2012
Diplomacias de Sirigaita
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(*) - O Documento referido -- e bem assim algumas das movimentações que suscitou então -- pode ser consultado aqui:
http://myemail.constantcontact.com/Opposition-Letter-to-Closing-the-American-Consulate-in-Ponta-Delgada.html?soid=1102586872185&aid=LruqXFdY4Hs
Publicado em "Diário Insular" (Angra do Heroísmo, 25.02.2012),
"Diário dos Açores" (Ponta Delgada, 26.02.2012),
http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=2201&tipo=col
e http://tv2.rtp.pt/acores/index.php?article=25527&visual=9&layout=17&tm=41
sábado, fevereiro 18, 2012
Os Barómetros do Entrudo
sábado, fevereiro 11, 2012
Ultimatos, Carlos César e a Kaiserin
sábado, fevereiro 04, 2012
Vasco Graça Moura ou As Desgraças da Ortografia
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
SEEBMO publica estudo sobre Epilepsia nos Açores
sábado, janeiro 28, 2012
Causas Públicas e Manipulação de Massas
Há muitas formas de manipulação, alienação e exploração, mas uma delas, que se torna cada vez mais usual, é a de, em nome de uma alegada discussão, diálogo, apresentação e debate isentos, assumidos e transparentes de causas – amiúde efetivamente opostas –, logo à partida cair-se na tentação de proceder a uma mais ou menos velada manipulação das razões mesmas que a tais móbeis e seus agentes ou atores assistem…sábado, janeiro 21, 2012
O prato do ministro da Economia
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Publicado em "Diário dos Açores" (Ponta Delgada, 22.01.2012),
http://tv2.rtp.pt/acores/index.php?headline=14&visual=10,
http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=2191&tipo=col
e http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=26732
sexta-feira, janeiro 20, 2012
Leituras de Manuel Antunes, S.J.
Conhecido e estimado nos meios intelectuais e académicos portugueses, o pensador, professor e sacerdote jesuíta Manuel Antunes – nascido na Sertã (1918) e falecido em Lisboa a 18.01.1985 –, é uma daquelas figuras cujas dimensões humanas e espirituais (a par de uma grande erudição, prodigiosa capacidade pedagógica, notável labor de investigação e divulgação de saberes) granjearam ímpar admiração e raro e consensual reconhecimento cívico, ético, cultural, institucional e político.
Doutorado com uma Tese sobre a filosofia existencial (de S.
Kierkegaard a Martin Heidegger), cedo porém se interessou especialmente
pela História da Cultura Clássica, cuja temática disciplinar viria a
ensinar (entre 1957 e 1983) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a
convite do seu amigo Vitorino Nemésio…
Nota do Autor (12.2020):
Sobre Manuel Antunes, veja-se ainda o Programa "Ecclesia",
Católicos, 25 de Abril e um Pedagogo da Democracia.
Emissão do dia 25 de Abril, 2018. Disponível aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=V44VjpXxs4w&feature=emb_logo
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Publicado em "Diário Insular" (Angra do Heroísmo, 21.01.2012);
http://tv2.rtp.pt/acores/index.php?article=24853&visual=9&layout=17&tm=41
e http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=2192&tipo=col
sábado, janeiro 14, 2012
Os Lixos da Choldra
– Porém, estivesse ele vivo e observando tudo o que nos é dado padecer hoje, neste “nosso canto, com a azulada doçura do nosso céu carinhoso”, como poetiza nas Notas Contemporâneas, e muito mais pessimista e profundamente se revoltaria de termos (ainda) “ao que parece, todas as enfermidades da Europa, em proporções várias”.
As Estrelas da Candelária
e http://tv2.rtp.pt/acores/index.php?article=24793&visual=9&layout=17&tm=41
sábado, janeiro 07, 2012
Os Fantasmas do Futuro
sexta-feira, dezembro 30, 2011
Heterodoxia e Réveillons
O ano que agora finda termina com uma série de complexas e difíceis situações do persistente estado de crise que, tanto à escala mundial como a nível local – passando pela situação na Europa e em Portugal no seu todo (aí incluídos, evidentemente, os Açores e a Madeira) –, marcou 2011 com um paradigmático conjunto de problemas, impasses e dificuldades societárias, civilizacionais, culturais e espirituais que a ninguém – nos respectivos e diferenciados locais e tempos de existência, e nas mesmas desiguais classes e formações – deixou indiferente, porquanto a todos profundamente atingiu de um ou de outro modo e que mais ainda veremos reflectir-se e propagar-se, conforme os mesmos bastas vezes conflituais e opostos interesses, e como outros tantos desafios para as exigentes décadas que temos já pela frente, enquanto comunidades nacionais e regionais, e como cidadãos do mundo.Publicado em "Diário Insular" (Angra do Heroísmo, 31.12.2011), "Diário dos Açores" (Ponta Delgada, 1.1.2012) e http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=2182&tipo=col
sexta-feira, dezembro 23, 2011
Redenção, Pobreza e Indigência
Em: http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=2177&tipo=col, “Diário Insular” (Angra do Heroísmo, 24.12.2011) e “Diário dos Açores” (Ponta Delgada, 27.12.2011).
sábado, dezembro 17, 2011
Do Fascínio dos Arquivos Secretos do Vaticano
para o Conhecimento da História dos Açores
Publicado em " A União", Angra do Heroísmo (17.12.2011):
sábado, dezembro 10, 2011
Danças e corridas de Angra
– Culpas de todo este humilhante cenário (que não tardará, como veremos a curto prazo, a propagar-se a outros sítios, paragens, balanços e deserções, mandatos e tesourarias já corroídas e à beira de idas a vidinhas mais lucrativas, safas ou safadas…) não valerá a pena, para já, perspectivar, porquanto, de parte a partes, vários as terão (embora em doses e alcances diferentes)!
Publicado em "A União" (Angra do Heroísmo, 10.12.2011):
Roteiros, Cidades e Memória
Da autoria de Marina Tavares Dias, acaba a Objectiva de publicar (em edição bilingue, Português/Inglês) Lisboa nos passos de Fernando Pessoa, sugestiva recolha de textos e imagens (muitas inéditas) da capital portuguesa, da Baixa pombalina e de vários dos seus bairros residenciais, habitantes e sítios pitorescos, assim mostrando, revelando e dando a ver e a pensar, como numa espécie de memorial urbano em escrita visualizante e visualizada, muitos dos cenários que o poeta habitou e justamente “como ele os conheceu” (soi-même e com os seus heterónimos).– Escritora, fotógrafa e olisipógrafa, nascida em 1962 e desde cedo escrevendo em jornais (“Diário Popular”, “Expresso” e “Diário de Lisboa”), Marina Dias publicou o seu primeiro livro em 1987 (Lisboa Desaparecida), que lhe valeu o Prémio Júlio de Castilho, dando logo início a uma série de oito pioneiros volumes sobre Lisboa, a par de outras edições com temática fotográfica, iconográfica e literária olisiponense, que – todos juntos – nos fornecem um modelar roteiro pela memória e pelo imaginário de Lisboa, com os seus espaços, cafés e tertúlias, hábitos e vivências do quotidiano, tipos humanos e cruzamento de culturas e linguagens.
Publicado em "Diário Insular" (Angra do Heroísmo, 10.12.2011).






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